Identificação e lotes
Controlar a produção diária por fêmea é a base do controle. Sem identificação, não há histórico; sem lotes, o manejo é sempre em bloco, tratando animais diferentes como se fossem iguais. Organizar em lotes é o primeiro ganho de gestão que o rebanho do búfalo sente.
Produtores de Rondônia e triângulo mineiro conhecem bem essa dor de gestão.
Em municípios de forte produção como Uruguaiana, Toledo, Carazinho, Chapadão do Sul e Araçatuba, quem organiza a gestão da fazenda colhe resultado melhor.
Indicadores do rebanho
Do histórico nascem os indicadores: os índices decisivos são a produção por fêmea, o custo por litro, a mastite e o intervalo entre partos. Acompanhá-los mostra a saúde da atividade num relance, sem esperar o fechamento do ano. Controlar a produção fêmea a fêmea no caderno deixa de ser um problema quando os indicadores estão separados por lote e por fase.
O histórico que guia o manejo
O histórico é o que separa o palpite da decisão. A mastite derrubar a produção e a qualidade some quando cada evento fica registrado na ficha do animal — e o pecuarista passa a agir sobre dado, descartando o improdutivo e investindo no que responde.
Vale ler também sobre controle de rebanho do frango de corte e controle sanitário do coelho — são o outro lado da mesma gestão.
Menos planilha, mais gestão
Se este controle já virou dor de cabeça, existe um caminho mais fácil. A Inova Agro faz sistemas sob medida para tirar esse controle da planilha e ter tudo num sistema que atualiza sozinho. Manda mensagem no WhatsApp e conta o seu caso — o atendimento é direto com quem desenvolve.
