O que entra no custo do suíno
Comece separando o custo de alimentação, de sanidade e de manejo, que são o coração da conta do suíno. Os índices que decidem são a conversão alimentar, o ganho de peso, a mortalidade e leitões desmamados por porca. É a soma organizada desses blocos, dividida pela produção, que dá o custo por quilo produzido de verdade.
Em regiões como Mato Grosso do Sul, Maranhão e Vale do São Francisco, cada safra reforça que controle é o que separa lucro de prejuízo.
Seja em Baixa Grande do Ribeiro, Ponta Grossa, Toledo e São Gotardo, o desafio de profissionalizar a fazenda aparece do mesmo jeito.
Os índices que mexem no bolso
Os índices que decidem são a conversão alimentar, o ganho de peso, a mortalidade e leitões desmamados por porca. Um índice ruim aqui é prejuízo que não aparece na nota fiscal: Na suinocultura a ração é a esmagadora maioria do custo, então quando o desempenho cai, o custo por quilo de carcaça sobe sem você gastar um centavo a mais. Acompanhar esses índices é enxergar o resultado antes de ele virar surpresa.
Está dando lucro?
Compare o custo por quilo produzido com o preço que você recebe pela quilo de carcaça. Se o custo passa o preço, a atividade dá prejuízo, por mais movimentada que pareça. Preço do milho e da soja que forma a ração pressiona esse encontro de conta — por isso o custo precisa estar sempre atualizado, não fechado uma vez por ano.
Na sequência, faz sentido conferir controle de reprodução do ovino e controle sanitário do búfalo para fechar o controle da fazenda.
Na sequência, faz sentido conferir controle de reprodução do coelho e controle de rebanho do frango de corte para fechar o controle da fazenda.
E se um sistema fizesse isso por você
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