Está dando lucro?
A mortalidade por oxigênio destruir o lote sem aviso. Enquanto essa conta não é feita, o pecuarista trabalha no escuro: pode estar vendendo abaixo do custo e achando que vai bem porque o dinheiro entra. Fechar o custo por quilo e comparar com o preço é o que tira a atividade do escuro.
Não à toa, produtores de Bahia, norte do Paraná e Mato Grosso do Sul lidam com esse desafio todas as safras.
O que entra no custo do peixe
Os grandes blocos de custo do peixe são ração (maior custo da piscicultura), qualidade da água e oxigenação, conversão alimentar e densidade. Some a esses a mão de obra, a estrutura e os custos fixos. Na piscicultura, como na tilápia, a ração é o maior custo e a qualidade da água comanda o desempenho e a mortalidade. Amarrar cada gasto à atividade e ao lote é o que transforma um monte de despesa num custo por quilo confiável.
A realidade se repete em polos como Unaí, Campo Mourão e Lucas do Rio Verde: controle bom é controle que vira decisão.
Os índices que mexem no bolso
Os índices decisivos são a conversão alimentar, a densidade de estocagem, a mortalidade e o ganho de peso. Um índice ruim aqui é prejuízo que não aparece na nota fiscal: Na piscicultura, então quando o desempenho cai, o custo por quilo sobe sem você gastar um centavo a mais. Acompanhar esses índices é enxergar o resultado antes de ele virar surpresa.
Vale ler também sobre controle de rebanho do búfalo e controle de rebanho da galinha poedeira — são o outro lado da mesma gestão.
Da planilha para um sistema de verdade
Fazenda que cresce não cabe mais na planilha. A Inova Agro desenvolve sistemas para ter um sistema feito sob medida para a realidade da sua fazenda, e não um pacote engessado, no seu jeito de trabalhar. Fale com a gente pelo WhatsApp e veja como sair do controle manual.
