Coco-da-baía em Pirambu - SE: os números do IBGE
| Indicador | Valor (2024) |
|---|---|
| Área plantada | 755 hectares |
| Área colhida | 735 hectares |
| Quantidade produzida | 2.696 Toneladas |
| Rendimento médio | 3.668 Quilogramas por Hectare |
| Valor da produção | R$ 4.044 mil |
Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal (PAM), tabela 5457, ano de referência 2024. Levantamento anual; os valores podem variar a cada safra.
Escala grande, margem apertada
Município que produz muito não é município onde todo mundo lucra. Por trás das 2.696 Toneladas há fazendas no azul e fazendas no vermelho, separadas pela gestão de custo, estoque e máquina. Quanto maior a operação, mais caro sai controlar tudo no caderno.
O que esses números dizem
O rendimento de cerca de 3.668 Quilogramas por Hectare é o retrato da produtividade média de Pirambu - SE — resultado de solo, clima, manejo e tecnologia. Produtividade e área definem o volume; o valor de produção de R$ 4.044 mil mostra o peso econômico da cultura na renda local. Ler os três juntos — área, produtividade e valor — é o começo para entender o negócio por trás da safra.
A produção se espalha por polos de Rio Grande do Sul e Mato Grosso, onde a gestão da lavoura faz a diferença no resultado.
Cidades como Correntina, Porto Nacional e Campo Novo do Parecis vivem essa realidade produtiva de perto.
Produtividade que vira margem
Produtividade alta não garante lucro se o custo acompanha. O produtor de coco-da-baía em Pirambu - SE que fecha o custo de produção e compara com o preço de venda enxerga o que a média do município esconde: se a safra pagou a conta e sobrou. Número de produção é volume; margem é gestão.
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