Onde a conta do coco costuma furar
O furo mais comum é o custo de irrigação do coqueiro crescer sem controle. Some a isso a mão de obra de colheita contínua pesar e você tem um custo que parece certo no papel e mente na prática. Estresse hídrico, pragas do coqueiro e preço do fruto e da água de coco ainda mexem no resultado depois — por isso o custo precisa estar vivo, não fechado só no fim da safra.
Custo por hectare e por milheiro de frutos
Dois números importam: o custo por hectare (todos os gastos da área dividido pelos hectares) e o custo por milheiro (o total dividido pela produção). O segundo é o que você compara com o preço de venda — se o custo por milheiro passa do preço, a lavoura deu prejuízo, por mais bonita que estivesse.
Do Cerrado ao Sul, de Rondônia e Maranhão, a conta que não fecha na planilha fecha num bom controle.
É trabalho — mas é o trabalho que paga.
Custo fixo e custo variável
Custo variável sobe e desce com a lavoura; custo fixo você paga de qualquer jeito. Misturar os dois é o erro clássico que faz a conta do coco não fechar. Separados, eles mostram até onde dá para apertar sem parar de produzir.
Se este tema interessa, veja ainda rentabilidade da cebola e custo de produção da cevada, que completam o assunto por outro ângulo.
Um sistema sob medida para a sua operação
Fazenda que cresce não cabe mais na planilha. A Inova Agro desenvolve sistemas para integrar financeiro, estoque, máquinas e lavoura num lugar só, sem digitar a mesma coisa duas vezes, no seu jeito de trabalhar. Fale com a gente pelo WhatsApp e veja como sair do controle manual.
