Custo por hectare e por saca de 60 kg
Dois números importam: o custo por hectare (todos os gastos da área dividido pelos hectares) e o custo por saca (o total dividido pela produção). O segundo é o que você compara com o preço de venda — se o custo por saca passa do preço, a lavoura deu prejuízo, por mais bonita que estivesse.
Custo fixo e custo variável
Custo variável sobe e desce com a lavoura; custo fixo você paga de qualquer jeito. Misturar os dois é o erro clássico que faz a conta da cevada não fechar. Separados, eles mostram até onde dá para apertar sem parar de produzir.
De Campo Verde, Assis Chateaubriand e Uruguaiana, o produtor que troca o caderno pelo dado sai na frente na hora de decidir.
Safra após safra, o mesmo aperto.
Vale para quem produz em São Paulo e Bahia e em qualquer canto do país — a lógica do controle não muda.
Onde a conta da cevada costuma furar
O furo mais comum é perder o prêmio cervejeiro por não atingir a classificação. Some a isso não fechar o custo por saca sob o contrato e você tem um custo que parece certo no papel e mente na prática. Não atingir o padrão cervejeiro e virar cevada forrageira, além de geada e chuva na colheita ainda mexem no resultado depois — por isso o custo precisa estar vivo, não fechado só no fim da safra.
Dois conteúdos combinam com este: lavoura do eucalipto deu lucro e rentabilidade da laranja.
O próximo passo para profissionalizar a fazenda
Fazenda que cresce não cabe mais na planilha. A Inova Agro desenvolve sistemas para puxar o relatório na hora, do celular, em vez de fechar tudo no fim do mês na mão, no seu jeito de trabalhar. Fale com a gente pelo WhatsApp e veja como sair do controle manual.
