Custo fixo e custo variável
Custo variável sobe e desce com a lavoura; custo fixo você paga de qualquer jeito. Misturar os dois é o erro clássico que faz a conta do arroz não fechar. Separados, eles mostram até onde dá para apertar sem parar de produzir.
Onde a conta do arroz costuma furar
O furo mais comum é o custo de energia da irrigação subir e comer a margem. Some a isso controlar a água e o bombeamento sem medição e você tem um custo que parece certo no papel e mente na prática. Custo de energia da irrigação, frio na floração no Sul e preço da saca pressionado pela importação ainda mexem no resultado depois — por isso o custo precisa estar vivo, não fechado só no fim da safra.
Seja em Palotina, Campo Verde, Lucas do Rio Verde e Paracatu, o desafio de profissionalizar a fazenda aparece do mesmo jeito.
O que entra no custo do arroz
Os itens que mais pesam no arroz são manejo da água e irrigação por inundação, fertilizante e sementes, defensivos e controle do arroz-vermelho. Junte a esses os custos de operação das máquinas, a mão de obra e os custos fixos da propriedade. Cada centavo precisa cair no talhão certo — é isso que dá o custo real por hectare.
Custo por hectare e por saca de 50 kg
Dois números importam: o custo por hectare (todos os gastos da área dividido pelos hectares) e o custo por saca (o total dividido pela produção). O segundo é o que você compara com o preço de venda — se o custo por saca passa do preço, a lavoura deu prejuízo, por mais bonita que estivesse.
Na sequência, faz sentido conferir custo de produção da cana-de-açúcar e orçamento do milho para fechar o controle da fazenda.
Chega de controlar tudo no papel
Se este controle já virou dor de cabeça, existe um caminho mais fácil. A Inova Agro faz sistemas sob medida para conversar direto com quem desenvolve o sistema e adaptar cada tela ao seu jeito de trabalhar. Manda mensagem no WhatsApp e conta o seu caso — o atendimento é direto com quem desenvolve.
