Indicadores do rebanho
Do histórico nascem os indicadores: os índices decisivos são a conversão alimentar, a densidade de estocagem, a mortalidade e o ganho de peso. Acompanhá-los mostra a saúde da atividade num relance, sem esperar o fechamento do ano. Não controlar o custo por quilo por tanque deixa de ser um problema quando os indicadores estão separados por lote e por fase.
O histórico que guia o manejo
Com a ficha em dia, controle de ração, qualidade da água, biometria, povoamento e despesca viram registros que contam a história de cada animal e lote. Registrar a biometria e a mortalidade e calcular o custo por quilo produzido alimentam esse histórico. É ele que responde perguntas como "esse lote está ganhando peso no ritmo certo?" ou "essa matriz está entregando cria todo ano?".
Vale para quem produz em Minas Gerais e Piauí e em qualquer canto do país — a lógica do controle não muda.
Identificação e lotes
Tudo começa com identificar os animais e organizá-los em lotes por fase ou por objetivo. Ciclo de alguns meses do alevino ao abate, com povoamento e despesca por lote de tanque, então os lotes acompanham essas etapas. Com a identificação, cada animal ou lote passa a ter ficha própria, e o manejo deixa de ser no olho para virar decisão baseada em histórico.
Na sequência, faz sentido conferir custo do equino e controle de reprodução do gado de leite para fechar o controle da fazenda.
Da planilha para um sistema de verdade
Cansou de controlar tudo na planilha e no caderno? A Inova Agro cria sistemas para o produtor conversar direto com quem desenvolve o sistema e adaptar cada tela ao seu jeito de trabalhar. Fale com a gente pelo WhatsApp: o primeiro passo é entender a sua rotina antes de propor qualquer tela.
