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Pecuária

Controle de rebanho do ovino: por onde começar

Por Victor Conde3 min de leitura
Controle de rebanho do ovino: por onde começar — Inova Agro

Controlar o rebanho do ovino começa pela identificação e pela divisão em lotes, para cada animal ou grupo ter seu histórico. A partir daí, controle sanitário da verminose, estação de monta, pesagem e terminação do cordeiro viram dados que se acompanham. Os índices que mais pesam são a prolificidade, a taxa de desmame, a mortalidade de cordeiros e o ganho de peso — e é o controle que transforma um rebanho anônimo em informação que guia cada decisão de manejo.

Este texto pega um recorte; quem quer o assunto inteiro encontra no guia de pecuária.

Em Piauí e oeste da Bahia, o desafio de profissionalizar a gestão da fazenda aparece do mesmo jeito.

Identificação e lotes

Controlar o calendário sanitário e a verminose é a base do controle. Sem identificação, não há histórico; sem lotes, o manejo é sempre em bloco, tratando animais diferentes como se fossem iguais. Organizar em lotes é o primeiro ganho de gestão que o rebanho do ovino sente.

A realidade se repete em polos como Mineiros, Sorriso, Cruz Alta, Petrolina e Costa Rica: controle bom é controle que vira decisão.

O histórico que guia o manejo

Com a ficha em dia, controle sanitário da verminose, estação de monta, pesagem e terminação do cordeiro viram registros que contam a história de cada animal e lote. Registrar nascimentos, desmame e mortalidade e calcular o custo por quilo de cordeiro alimentam esse histórico. É ele que responde perguntas como "esse lote está ganhando peso no ritmo certo?" ou "essa matriz está entregando cria todo ano?".

Indicadores do rebanho

Do histórico nascem os indicadores: os índices que mais pesam são a prolificidade, a taxa de desmame, a mortalidade de cordeiros e o ganho de peso. Acompanhá-los mostra a saúde da atividade num relance, sem esperar o fechamento do ano. Não medir a prolificidade e o desmame do rebanho deixa de ser um problema quando os indicadores estão separados por lote e por fase.

Vale ler também sobre controle sanitário do peixe e custo da galinha poedeira — são o outro lado da mesma gestão.

Deixe o sistema fazer o trabalho pesado

Se este controle já virou dor de cabeça, existe um caminho mais fácil. A Inova Agro faz sistemas sob medida para puxar o relatório na hora, do celular, em vez de fechar tudo no fim do mês na mão. Manda mensagem no WhatsApp e conta o seu caso — o atendimento é direto com quem desenvolve.

O que mais perguntam

Quais indicadores acompanhar?
Os índices que mais pesam são a prolificidade, a taxa de desmame, a mortalidade de cordeiros e o ganho de peso. Eles mostram a saúde da atividade sem esperar o fechamento do ano.
O que registrar de cada animal?
Controle sanitário da verminose, estação de monta, pesagem e terminação do cordeiro. Cada evento entra na ficha e forma o histórico que guia o manejo.
Preciso separar por lote?
Sim. Porque não medir a prolificidade e o desmame do rebanho. Lotes separados evitam que um grupo bom esconda um ruim.
CEO da InovAI · especialista em sistemas personalizados, automação e IA

Sobre o autor: Victor Conde, CEO da InovAI, é referência em automação, criação de sistemas sob medida e Inteligência Artificial aplicada a negócios. Desenvolve agentes de IA e softwares que trabalham sozinhos. Fale com o Victor.

Conteúdo informativo do blog da Inova Agro, marca de tecnologia de Victor Conde (InovAI), que desenvolve sistemas de gestão sob medida para o agronegócio. As orientações são gerais; cada operação tem suas particularidades.