O histórico que guia o manejo
Com a ficha em dia, controle de ração, sanidade, reprodução das matrizes e pesagem dos lotes viram registros que contam a história de cada animal e lote. Registrar prolificidade e mortalidade e calcular o custo por quilo produzido alimentam esse histórico. É ele que responde perguntas como "esse lote está ganhando peso no ritmo certo?" ou "essa matriz está entregando cria todo ano?".
Identificação e lotes
Controlar consumo de ração e conversão por lote é a base do controle. Sem identificação, não há histórico; sem lotes, o manejo é sempre em bloco, tratando animais diferentes como se fossem iguais. Organizar em lotes é o primeiro ganho de gestão que o rebanho do coelho sente.
Seja em Franca, Uberaba e Maringá, o desafio de profissionalizar a fazenda aparece do mesmo jeito.
Indicadores do rebanho
Do histórico nascem os indicadores: os índices centrais são a prolificidade, a taxa de desmame, a conversão alimentar e a mortalidade. Acompanhá-los mostra a saúde da atividade num relance, sem esperar o fechamento do ano. Não fechar o custo por quilo produzido deixa de ser um problema quando os indicadores estão separados por lote e por fase.
Dois conteúdos combinam com este: controle de reprodução do frango de corte e controle de reprodução da abelha.
E se um sistema fizesse isso por você
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