Os índices que mexem no bolso
Os índices centrais são a conversão alimentar, o ganho de peso diário, a mortalidade e o fator de produção. Um índice ruim aqui é prejuízo que não aparece na nota fiscal: Na avicultura de corte a ração e a conversão dominam o custo, então quando o desempenho cai, o custo por quilo vivo sobe sem você gastar um centavo a mais. Acompanhar esses índices é enxergar o resultado antes de ele virar surpresa.
Em municípios de forte produção como Passo Fundo, Ribeirão Preto, Chapadão do Céu, Rio Verde e Sertãozinho, quem organiza a gestão da fazenda colhe resultado melhor.
O que entra no custo do frango de corte
Os grandes blocos de custo do frango de corte são ração e conversão alimentar, sanidade e ambiência do galpão, mortalidade e uniformidade do lote. Some a esses a mão de obra, a estrutura e os custos fixos. Na avicultura de corte a ração e a conversão dominam o custo, num ciclo curtíssimo em que cada grama de ração conta. Amarrar cada gasto à atividade e ao lote é o que transforma um monte de despesa num custo por quilo vivo confiável.
É trabalho — mas é o trabalho que paga.
Em Goiás e Paraná, o desafio de profissionalizar a gestão da fazenda aparece do mesmo jeito.
Está dando lucro?
Compare o custo por quilo vivo com o preço que você recebe pela quilo vivo. Se o custo passa o preço, a atividade dá prejuízo, por mais movimentada que pareça. Preço da ração pressiona esse encontro de conta — por isso o custo precisa estar sempre atualizado, não fechado uma vez por ano.
Vale ler também sobre controle de rebanho da galinha poedeira e controle sanitário da galinha poedeira — são o outro lado da mesma gestão.
A tecnologia certa para o seu agronegócio
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