Os índices que mexem no bolso
Zootecnia é dinheiro: cada ponto a mais ou a menos nos índices do coelho muda o custo por quilo vivo. A mortalidade e a baixa prolificidade roubarem resultado é o exemplo clássico do prejuízo silencioso — o controle dos índices é o que acende o alerta a tempo de corrigir.
Do Cerrado ao Sul, de São Paulo e oeste da Bahia, a conta que não fecha na planilha fecha num bom controle.
O que entra no custo do coelho
Os grandes blocos de custo do coelho são ração (maior parte do custo), sanidade e biosseguridade, reprodução e prolificidade das matrizes. Some a esses a mão de obra, a estrutura e os custos fixos. Na cunicultura a ração domina o custo e o resultado vive da prolificidade das matrizes e da conversão alimentar, num ciclo rápido e intensivo. Amarrar cada gasto à atividade e ao lote é o que transforma um monte de despesa num custo por quilo vivo confiável.
Vale para produtores de Sertãozinho, Petrolina, Uberaba, Cruz Alta e Chapecó e de qualquer outra cidade do agro brasileiro.
Está dando lucro?
Compare o custo por quilo produzido com o preço que você recebe pela quilo vivo. Se o custo passa o preço, a atividade dá prejuízo, por mais movimentada que pareça. Preço da ração pressiona esse encontro de conta — por isso o custo precisa estar sempre atualizado, não fechado uma vez por ano.
Na sequência, faz sentido conferir controle sanitário do gado de corte e controle de rebanho do gado de corte para fechar o controle da fazenda.
E se um sistema fizesse isso por você
Cansou de controlar tudo na planilha e no caderno? A Inova Agro cria sistemas para o produtor conversar direto com quem desenvolve o sistema e adaptar cada tela ao seu jeito de trabalhar. Fale com a gente pelo WhatsApp: o primeiro passo é entender a sua rotina antes de propor qualquer tela.
