Coco-da-baía em Monte Alegre - RN: os números do IBGE
| Indicador | Valor (2024) |
|---|---|
| Área plantada | 150 hectares |
| Área colhida | 150 hectares |
| Quantidade produzida | 540 Toneladas |
| Rendimento médio | 3.600 Quilogramas por Hectare |
| Valor da produção | R$ 414 mil |
Fonte: IBGE — Produção Agrícola Municipal (PAM), tabela 5457, ano de referência 2024. Levantamento anual; os valores podem variar a cada safra.
Escala grande, margem apertada
Município que produz muito não é município onde todo mundo lucra. Por trás das 540 Toneladas há fazendas no azul e fazendas no vermelho, separadas pela gestão de custo, estoque e máquina. Quanto maior a operação, mais caro sai controlar tudo no caderno.
O que esses números dizem
O rendimento de cerca de 3.600 Quilogramas por Hectare é o retrato da produtividade média de Monte Alegre - RN — resultado de solo, clima, manejo e tecnologia. Produtividade e área definem o volume; o valor de produção de R$ 414 mil mostra o peso econômico da cultura na renda local. Ler os três juntos — área, produtividade e valor — é o começo para entender o negócio por trás da safra.
Produtividade que vira margem
Produtividade alta não garante lucro se o custo acompanha. O produtor de coco-da-baía em Monte Alegre - RN que fecha o custo de produção e compara com o preço de venda enxerga o que a média do município esconde: se a safra pagou a conta e sobrou. Número de produção é volume; margem é gestão.
A produção se espalha por polos de oeste da Bahia e Vale do São Francisco, onde a gestão da lavoura faz a diferença no resultado.
De Catalão, Toledo e Vilhena a tantos outros polos, controlar a operação é o que separa a boa safra do bom resultado.
Da planilha para um sistema de verdade
Dado bom vira lucro quando vira gestão. A Inova Agro desenvolve sistemas para puxar o relatório na hora, do celular, em vez de fechar tudo no fim do mês na mão — do custo por talhão ao resultado da safra. Chame no WhatsApp e vamos conversar.
