Abastecer com registro, por máquina
A regra de ouro é: todo abastecimento da colhedora de cana entra num registro, com data, litros e a máquina. Horas de colheita conversa direto com isso. Sem o registro por máquina, o diesel vira um custo cego — você sabe quanto comprou, mas não onde foi parar.
Dado solto não vira decisão.
Flagrar desvio e desperdício
O tanque da fazenda também precisa de controle: quanto entrou, quanto saiu, quanto sobra. Controlar a troca de facões e rolos fecha esse ciclo. Com o estoque do tanque e o abastecimento por máquina batendo, sobra e falta de diesel deixam de ser mistério no fim do mês.
Produtores de Petrolina, Formosa do Rio Preto, Patrocínio e Quirinópolis sabem que gestão organizada é o que separa a boa safra do bom resultado.
Consumo por hora: o número que denuncia
O litro por hora é o indicador que denuncia o problema. Uma alta no consumo da colhedora de cana aponta regulagem ruim, manutenção atrasada ou desvio. Alto custo de desgaste sem controle por hora é exatamente o que esse cruzamento resolve — o número foge do padrão e acende o alerta.
- Cruze os litros abastecidos com as horas do horímetro
- Calcule o consumo médio de litros por hora da máquina
- Compare com o esperado para o tipo de operação
- Investigue quando o consumo foge do padrão
Na sequência, faz sentido conferir custo por hora do pulverizador e custo por hora da colhedora de cana para fechar o controle da fazenda.
A tecnologia certa para o seu agronegócio
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