Custo fixo e custo variável
Separe o que varia com a produção (insumos, colheita) do que existe mesmo sem plantar (arrendamento, depreciação, pró-labore). Essa divisão é o que permite entender o custo operacional efetivo (o desembolso) e o custo operacional total (com depreciação), dois olhares que mudam a leitura do resultado da uva.
Seja em Juazeiro, Ponta Grossa, Uberlândia e Porto Nacional, o desafio de profissionalizar a fazenda aparece do mesmo jeito.
Onde a conta da uva costuma furar
Quase todo produtor tropeça em perdas por chuva ou fungo na maturação. É o tipo de detalhe que só aparece quando os lançamentos estão organizados por talhão e por safra, do jeito que controlar a mão de obra de poda, raleio e colheita exige. No caderno solto, ele se perde.
Custo por hectare e por quilo
Dois números importam: o custo por hectare (todos os gastos da área dividido pelos hectares) e o custo por quilo (o total dividido pela produção). O segundo é o que você compara com o preço de venda — se o custo por quilo passa do preço, a lavoura deu prejuízo, por mais bonita que estivesse.
Quem mede, decide.
O que entra no custo da uva
Os itens que mais pesam na uva são mão de obra intensiva do parreiral, defensivos e controle de fungos, estrutura, poda e raleio. Junte a esses os custos de operação das máquinas, a mão de obra e os custos fixos da propriedade. Cada centavo precisa cair no talhão certo — é isso que dá o custo real por hectare.
Na sequência, faz sentido conferir custo de produção da seringueira e orçamento da cevada para fechar o controle da fazenda.
Da planilha para um sistema de verdade
Se este controle já virou dor de cabeça, existe um caminho mais fácil. A Inova Agro faz sistemas sob medida para decidir com número na mão e parar de administrar a fazenda no achismo. Manda mensagem no WhatsApp e conta o seu caso — o atendimento é direto com quem desenvolve.
