O que entra no custo do milho
Os itens que mais pesam no milho são fertilizante de base e cobertura, sementes de híbridos e transgênicos, defensivos e controle da cigarrinha. Junte a esses os custos de operação das máquinas, a mão de obra e os custos fixos da propriedade. Cada centavo precisa cair no talhão certo — é isso que dá o custo real por hectare.
Custo fixo e custo variável
Separe o que varia com a produção (insumos, colheita) do que existe mesmo sem plantar (arrendamento, depreciação, pró-labore). Essa divisão é o que permite entender o custo operacional efetivo (o desembolso) e o custo operacional total (com depreciação), dois olhares que mudam a leitura do resultado do milho.
Produtores de Campos Novos, Passo Fundo, Bom Jesus, Primavera do Leste e Santarém sabem que gestão organizada é o que separa a boa safra do bom resultado.
Onde a conta do milho costuma furar
Quase todo produtor tropeça em não ter histórico de quanto custou produzir cada saca. É o tipo de detalhe que só aparece quando os lançamentos estão organizados por talhão e por safra, do jeito que registrar a data de plantio e a janela de cada talhão exige. No caderno solto, ele se perde.
Custo por hectare e por saca de 60 kg
Dois números importam: o custo por hectare (todos os gastos da área dividido pelos hectares) e o custo por saca (o total dividido pela produção). O segundo é o que você compara com o preço de venda — se o custo por saca passa do preço, a lavoura deu prejuízo, por mais bonita que estivesse.
Se este tema interessa, veja ainda rentabilidade do sorgo e orçamento da soja, que completam o assunto por outro ângulo.
Dois conteúdos combinam com este: lavoura do arroz deu lucro e custo de produção da seringueira.
Chega de controlar tudo no papel
A Inova Agro desenvolve sistemas sob medida para o agronegócio — e o objetivo é puxar o relatório na hora, do celular, em vez de fechar tudo no fim do mês na mão. Chame no WhatsApp, conte como funciona a sua operação, e a gente mostra como um sistema resolveria isso na prática.
