Custo fixo e custo variável
Separe o que varia com a produção (insumos, colheita) do que existe mesmo sem plantar (arrendamento, depreciação, pró-labore). Essa divisão é o que permite entender o custo operacional efetivo (o desembolso) e o custo operacional total (com depreciação), dois olhares que mudam a leitura do resultado da mandioca.
Produtores de Quirinópolis, Formosa do Rio Preto e Nova Ubiratã sabem que gestão organizada é o que separa a boa safra do bom resultado.
Onde a conta da mandioca costuma furar
Quase todo produtor tropeça em o ciclo longo dificultar a conta de custo por safra. É o tipo de detalhe que só aparece quando os lançamentos estão organizados por talhão e por safra, do jeito que controlar o custo de capina e arranquio exige. No caderno solto, ele se perde.
Seja em Goiás e Paraná, o produtor que tira a gestão do papel larga na frente.
Custo por hectare e por tonelada de raiz
O custo por hectare mostra quanto a área consumiu; o custo por tonelada mostra o piso do seu preço de venda. A produtividade em toneladas de raiz por hectare depende do solo, do controle de mato e do ponto de colheita, então a mesma despesa vira um custo por tonelada de raiz bem diferente conforme o talhão rendeu.
O que entra no custo da mandioca
Os itens que mais pesam na mandioca são preparo de solo e plantio das manivas, capinas e controle de mato, arranquio e transporte da raiz. Junte a esses os custos de operação das máquinas, a mão de obra e os custos fixos da propriedade. Cada centavo precisa cair no talhão certo — é isso que dá o custo real por hectare.
Se este tema interessa, veja ainda orçamento do milho e lavoura da uva deu lucro, que completam o assunto por outro ângulo.
Um sistema sob medida para a sua operação
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