Custo fixo e custo variável
Custo variável sobe e desce com a lavoura; custo fixo você paga de qualquer jeito. Misturar os dois é o erro clássico que faz a conta do alho não fechar. Separados, eles mostram até onde dá para apertar sem parar de produzir.
De Cachoeira do Sul, Patos de Minas, Jataí e Nova Ubiratã, o produtor que troca o caderno pelo dado sai na frente na hora de decidir.
Quem mede, decide.
O que entra no custo do alho
Comece separando os grupos: insumos (alho-semente (custo altíssimo), mão de obra intensiva de plantio e colheita, defensivos e vernalização), operações mecanizadas, mão de obra e custos fixos. O alho é uma das olerícolas de maior valor e maior custo por hectare, com a semente e a mão de obra pesando muito e concorrência forte do alho importado. Amarrar cada gasto ao talhão é o que transforma um monte de nota fiscal num custo confiável.
Custo por hectare e por caixa de 10 kg
Dois números importam: o custo por hectare (todos os gastos da área dividido pelos hectares) e o custo por caixa (o total dividido pela produção). O segundo é o que você compara com o preço de venda — se o custo por caixa passa do preço, a lavoura deu prejuízo, por mais bonita que estivesse.
Onde a conta do alho costuma furar
Quase todo produtor tropeça em não separar o custo por classe de calibre. É o tipo de detalhe que só aparece quando os lançamentos estão organizados por talhão e por safra, do jeito que controlar o custo do alho-semente por área exige. No caderno solto, ele se perde.
Dois conteúdos combinam com este: DRE rural e lavoura do feijão deu lucro.
Chega de controlar tudo no papel
Se este controle já virou dor de cabeça, existe um caminho mais fácil. A Inova Agro faz sistemas sob medida para decidir com número na mão e parar de administrar a fazenda no achismo. Manda mensagem no WhatsApp e conta o seu caso — o atendimento é direto com quem desenvolve.
