O custeio: a safra atual
O custeio cobre os gastos correntes de produzir uma safra e é quitado com a receita dela. Prazo curto, atrelado ao ciclo da cultura. É o crédito que faz a roda girar entre o plantio e a venda, quando o dinheiro ainda não entrou mas os insumos precisam ser pagos. Seu tamanho certo sai do orçamento da safra.
O investimento: o que fica na fazenda
Investir com dinheiro de curto prazo é o erro clássico: a máquina rende por dez anos, mas o crédito cobra em um. O crédito de investimento existe justamente para esticar o pagamento no ritmo em que o bem gera retorno, sem sufocar o caixa da atividade.
É trabalho — mas é o trabalho que paga.
Vale para produtores de Maracaju, Araçatuba e Londrina e de qualquer outra cidade do agro brasileiro.
Por que não misturar
Misturar as duas finalidades desorganiza o caixa e encarece tudo. Custear a safra com sobra de investimento deixa o bem sem financiamento adequado; comprar máquina com custeio compromete a safra seguinte. Separar as necessidades e usar a linha certa para cada uma é o que mantém o financiamento a favor do produtor, não contra.
Se este tema interessa, veja ainda financiamento de máquina agrícola e seguro rural, que completam o assunto por outro ângulo.
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